• Renato Martins

É SOLITÁRIO TÁ COM O POVO? A OPULÊNCIA À MESA ESCONDE O VERDADEIRO VELHO.


O velho está nos compromissos sem idéias. E se esconde na opulência, nos excessos, nos acordos secretos, que unem desafetos de ontem, mistérios com a conta sempre a pagar pelo já cansado povo paraibano. Novelas que não valem a pena ver novamente!

Penso que essa será a campanha da simplicidade. Inclusive ela funcionará como que um requisito de honestidade, a exigir seu complemento, que é a capacidade comprovada e testada de realizar. Creio em um povo, hoje silencioso, como um jovem aluno que amadureceu e não se encanta mais com qualquer canção de ninar ou cantiga de roda, o povo ao se recusar a debater política nos moldes que se debate futebol prova ter apreendido as lições do mensalão, da lava-jato, do Cuiá, do Jampa Digital, dos laboratórios da educação, da Desk, do Propinoduto, da Lagoa dentre outras dessas mais; Tem um olhar de pavor para certos "acordos" a que chamam de "alianças". Que poderiam ter outro nome pejorativo muito facilmente. O eleitorado não está mais a medir torcidas, aliás, estão a questionar como elas se formam, e quanto do suor deles está por trás disso tudo. Da sociedade do espetáculo para os nomes pomposos, quanto de mal social gera isso de restos a pagar; sempre para os mais pobres. Por essas, penso que Maranhão se mantém forte. Nessa conjuntura ele preenche todos os bons requisitos de foco à gestão estadual. Inclusive a aliança só com o povo. A solidão honesta de quem pode fazer avanços por ser honesto e ousado. Saber se atualizar com o povo, não em cochichos às escuras. Ser diferente dessas histórias e receitas já tão batidas no estado como as que vimos neste fim de semana.

Registro positivo para a frase do deputado Pedro Cunha Lima, destacado nacionalmente por sua defesa clara e sem sofismas de uma agenda liberal no país que foque em resultados e diminua o custo da máquina pública - "Quem faz obra é o povo, que acorda cedo para trabalhar e pagar impostos altíssimos. A emenda é do cidadão comum, do agricultor, do empreendedor, e não do deputado. Não existe político herói. Ou essa ideia de dizer que tal obra é de fulano, ou sicrano. Cumprimos apenas uma função. O reconhecimento maior deve ser a quem produz" - Irretocável a reflexão. Dispensa comentários. O futuro da gestão pública passa por essa cultura aí. Já disse isso algumas vezes. Assim como vejo em Bruno Roberto, o vice de Maranhão, essa mesma pegada. Geração nova á vista!

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