• Renato Martins

A PAUTA DA REHONESTIZAÇÃO DO ESTADO ATROPELANDO MÁQUINAS

Atualizado: 13 de Set de 2018




Analistas políticos de todos os naipes e cores batem cabeça para entenderem a cristalização do fenômeno Zé Maranhão. Marketeiros com todo tipo de interesse, teimam em não querer ver a nova pista em que se dá essa corrida eleitoral. Assim agindo, terminam por construírem uma luta contra uma força "invisível". Aqui neste post, vou tornar visto o invisível, demonstrando por A+B.

Os Cartaxos não chegam ainda nos 20%, estão bem longe nas pesquisas por um motivo mais de base, estrutural mesmo. Soa como um artifício guloso e revelador dos mais vorazes dos apetites por poder, um deles terem renunciado e lançado o outro. Fato simples e neutralizador logo de largada, como vem sendo, e que a cada dia vai se desdobrando como insuperável. Intransponível aos marketeiros. Eles tem boas propagandas, as melhores por sinal. Ótima e cara equipe de mídia, mas, o fato da ação politiqueira o desmonta por si mesmo. Cartaxo quando renunciou não pareceu gesto de renuncia, e sim, de muito mais fome ainda. Uma indiscrição que marketeiro nenhum está vencendo. Nenhum paquerador enamorado revela seus desejos mais íntimos a sua pretendente no primeiro "Oi". Seria contraproducente. Cartaxo começou a paquera eleitoral assim, mais pra levar fora mesmo. Só ambição e vaidade cega de poder não vê. O tic tac do tempo não ajuda. Parece que até só serve para mais se revelar como tal. Resultado: Nem comissionados e PSs da PMJP adesivaram seus carros. como a dizer: "Cartaxo esse jogo político soa como mico e é constrangedor para nós... Votamos em você, mas não queremos se comprometer publicamente com o engodo". Marketeiros batem cabeça. Nem os de "casa" convenceram ainda.

João Azevedo vende a ideia de ser um novo, técnico, limpo, e cheio de dados que julga serem corretos e bons. Quer se fazer dono de benfeitorias estatais do contribuinte, que antes no passado, só tinham um único dono. Um rei que o mantém em redoma, inerte. Por baixo. Patinando somente nos aplausos de seus próprios servidores. Somente isso. Mais do mesmo toda hora, todo dia, um espetáculo cansativo. Basta ver o semblante de seus militantes nos sinais. O enfado tá na face. Sem autonomia para se fazer um eu, João não consegue entrar no imaginário do eleitor independente. Repito, tem uma máquina pública de apoio bem ampla, porém, os números revelam que só abarca isso. E só! Tem todo um cansaço dos excessos de marketing da atual gestão, todo um cansaço do personagem que até história em quadrinho de si fez. Um retirar do protagonismo do povo, que paga altas contas de luz, água e gasolina, alta carga tributária. A mesma que trava o desenvolvimento do estado. Tudo isso para ver um gestor infantilmente se auto-nomear super-herói. Coisa que toleramos alegremente em nossos filhos quando bebês. Na política isso tem prazo de validade para todos. O dos girassóis parece ter chegado. O teatro cansou, agora o povo quer de volta seu protagonismo. A gestão estadual tem uma alta rejeição que não é a de aprovação ou reprovação; entenderam... Não se trata de dualismos simplórios: Tipo sim ou não. O caso é algo mais subjetivo, com efeitos objetivos e bem mensuráveis nos baixos índices do candidato governista.


Outro aspecto decisivo, que dimensiona todos os detalhes desta eleição, é a 'HONESTIDADE', sim, ela mesma, na forma ampla total e irrestrita. Não só sobre atos de corrupção, ou esconder diversos inquéritos que respondem, mas também sobre conduta, integridade, simplicidade. Um conjunto de virtudes bem básicas. Bem elementares. Bem prosaicas mesmo. Simplérrimas! No entanto a falta destes ingredientes na vida pública e no executivo estadual está saindo muito caro à sociedade, e, por isso, o eleitor resolveu elegê-las em primeiro lugar disparado nesta eleição para cargos majoritários. Só ver as pesquisas. O básico da boa palavra e não da oratória espetaculosa; o bem básico da boa e sincera conduta está na frente dos efeitos de personalismos e marketing de quaisquer publicitários. No nosso estado, não são panfletos, nem caminhadas, nem carros adesivados, nem robustas coligações partidárias, nem tempo de TV que estão na frente... A honestidade comprovada lidera firme sobre tudo isso.

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