• Renato Martins

Elisa e um lema surto de ilogicidade - mais empresas menos PROCON - O objetivo é atacar Helton?


Elisa ao atacar Helton, talvez por motivos eleitoreiros, novamente assassina a lógica mais básica da economia. Desta vez ela tenta usar máximas dos liberais que de verdade estudam e lutam pela causa, sendo elas: "mais mercado e menos estado"; ou, numa versão mais militante, algo como "mais Mises menos Marx". Só que a fulgurante vereadora tentando, numa adaptação menos original e mais mesquinha, posto que provavelmente baseada só no seu egoísmo de bater no gestor Helton (gestor só até abril, no máximo), ela resolve esbravejar: "mais empresas menos PROCON". Risível estultície...


Talvez a dileta e iluminada vereadora tenha tido uma visagem em transe, de que o problema das empresas não seriam a carga tributária; a complicada lei contábil; não seria a insuficiência logística do país - problemas energéticos, custos tecnológicos, a infraestrutura portuária, rodoviária, ferroviária e aeroviária. Não, nada disso é mais o problema do empreendedorismo nacional, nos encantados devaneios da idílica vereadora, os problemas do país e das empresas é o colossal e dragonesco (para ela) PROCON-JP, cujo crime, parece ser só o fato de ser bem comandado pelo Helton Renê, por sinal, membro irmão de sua igreja na mesma cidade. Local de fé e adoração nas ações de religação não mundanas da vereadora e, nunca um espaço de priorização para busca de votos, é claro, né? Tenho certeza disto da parte da ascendida vereadora, posto que buscar votos em igreja não parece religar tão bem quanto o prosaico, mas único e sublime ato de orar. Orar desinteressadamente; jamais brigar por votos. Nesse espaço então? Puxaaaa, e mais, nisso assassinar a lógica, a verdade para com o bom e correto trabalho legal e social de um órgão público? Putz grilo. Torço demais que isso nunca deva ocorrer. Não deve ao menos.


Voltando ao assunto da hieroglífica e "semi-genial" frase junto com o voto da vereadora contra um remanejamento orçamentário ao PROCON na ordem de, pasmem, 160 mil reais para corrigir lacuna no exercício atual, buscando melhorar a missão do órgão de fazer valer o direto das duas partes existentes (no mínimo) em um processo comercial, que deve se dá livre sim e, se possível, com estímulo do estado. Sendo o bom e correto cumprimento das trocas comerciais um desses estímulos que os consumidores esperam, para melhor e mais consumirem justamente por se sentirem seguros no universo do mercado.


Por isso, coerente com essa visão de estado garantidor da lei e dos contratos, nunca, jamais, só no seu interesse de votos, mas buscando o falar pela verdade, recentemente, a nobre e ascética vereadora defendeu a justa luta da polícia do estado, por exemplo, não foi? Senão, preclara vereadora, pra quê polícia na forma de serviço público, gratuito e universal, esse gasto caro não atrapalharia investimentos empresarias? Polícia não é um instrumento estatal para fazer a ordem vencer a desordem? A lei à lei. Mas, tranquilo, tudo lógico na sua defesa acertada, já que nesse caso da polícia o comando não é o do gestor Helton Renê, né? Brincadeira senhora autoridade. Permita distrair-me num assunto fruto de uma frase sua tão desfocada: despropositada?


Falamos sobre isso, para corretamente analisar seu soberano julgamento e a aforística frase que "denuncia" a invasão recessiva do estado (PMJP no caso), que se dá com o ínfimo PROCON, sendo este um vilão na sua visão. Só que, se retornarmos ao caso da defesa dela ao dever do estado de garantir a lei, repito, feito pela mesma pessoa autora da frase-ataque contra o PROCON, eivada de "responsabilidades sociais" não concordantes, estaria então ela numa contradição flagrante. Se sim, isso alimenta a hipótese de alguns fiéis de que tudo não passa só de um ataque gratuito ao trabalho mais que elogiado e premiado do gestor e congregado dela, o seu colega Helton Renê? Ah, se assim foi, seria só algo pessoal então... Como todo religioso, como ela o é, bem sabe - os desejos pessoais de poder cegam. A cegueira as vezes deixa o vitimado mesquinho -. Isso explicaria os ataques a lógica e a economia política elementar.


Ainda assim, na dúvida de que sejam ou não os motivos dos deslizes acima algo pessoal, para melhor entendimento do caso, posto matéria do blog do Ninja, bem como comentário da rádio Correio sobre o tema, para aclarear a visão dos meus leitores sobre uma polêmica urdida contra o PROCON-JP, tão pequena, porém, do tamanhão do sentimento de quem a quer produzir:


Matéria do Blog NInja: O voto contrário da vereadora Eliza Virgínia a uma proposta de remanejamento orçamentário pelo Executivo para contemplar o Procon de João Pessoa, pasta comandada pelo vereador licenciado, Helton Renê, causou divergências entre os dois políticos. Mesmo sendo da base, Eliza alegou dúvidas quanto a destinação do recurso e Helton rebateu:

“Francamente eu não tenho muito o que falar sobre isso. Com tanta coisa para se preocupar e a vereadora vem se preocupar por conta de recursos para manter serviços diante da sociedade, chega a ser até um paradoxo. Pra mim não chega a ser nenhum tipo de surpresa, cada um fala o que quer e boca foi feito para se falar. Infelizmente pessoas que falam muito terminam no final das contas mordendo o próprio anzol. Enfim, deixa o futuro dizer por si mesmo. Eu não trabalho em cima de discussões, acho isso medíocre, pequeno, nosso trabalho é em prol da sociedade. Você conhece a árvore pelos frutos que dá”, declarou Helton.


Abaixo, link do vídeo com o comentário de Nilvan Ferreira e demais jornalistas do Correio Verdade, sobre o voto contrário ao trabalho do PROCON, pela vereadora, no programa de sexta-feira (21/02):


https://youtu.be/yT76XU_VIX4



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