• Renato Martins

Exclusivo: FUNCEP? Ah, o fundo que ia pras OSS do Daniel Gomes; FESP? Muito prazer hoje a conheci...


Direto ao assunto. Tô brabo. Indignado, Sem poesis nos pensamentos. É fato que o GAECO nos mostrou por documentos entregues pelo delator Daniel Gomes, que nas fontes orçamentárias que seriam usadas para custear o Hospital Metropolitano de Santa Rita, estariam apenas recursos do tesouro estadual (seria para fugir de auditorias do TCU, CGU e PF??), notadamente do tesouro direto e, impressionem-se amig@s, a fonte do FUNCEP - Fundo de Combate e Erradicação da Pobreza no Estado da Paraíba. Pobreza por sinal, palavra doce na boca dos socialistas de araque e vinhos bons com caixas recicláveis: usadas para levar dinheiro sujo.


E quem paga o FUNCEP? Esse "santo" fundo que deveria ser capaz de acabar com a pobreza no estado: cada um de nós, contribuintes. Ele aumenta em 2% a conta de energia; os combustíveis; um cigarro; um vinho barato (os caros, para eles, são importados e em off, assim eles não pagam); computadores; celulares; jóias; TVs e até lanchas dentre outros itens que a lei do fundo julga supérfluos... E para onde foi o dinheiro do FUNCEP? Uma parte, como visto na foto acima, pagou o esquema da ORCRIM.


E o FESP? É um fundo estadual também - Fundo Especial de Segurança Pública - previsto para empresários de setores comercias abertos ao público, como lojas, boates, restaurantes, parques de diversão e etc... Mas eis que eles, do estado do "trabalho que continua", enviam também para quem tem MEI (Microempreendedor Individual), que na maioria, como eu, trabalhamos com consultoria e serviços de forma avulsa, autônomos, em casa ou nas residências de quem nos contrata. Isto vale desde um consertador de ar-condicionados até um elaborador de análises e projetos governamentais, como também ideias de marketing social; o meu caso.

Minha apresentação ao FESP: Cá eu preocupado em matricular o filhotão ( material; livros; fardamentos; matrícula e etc, e etc, que não tem fim...) orando e batalhando pra tudo dar certo. Quando, de repentemente, o porteiro toca e me fala que tem correspondência. Desço animado torcendo que fosse uma carta de um novo cliente, universidade, ou algo assim, mas não. Era uma "carta" do estado. Um boleto impositivo na verdade. Imperativo todo. Nada de falar pra quê serve ou o que se fará desse recurso. Zero persuasão ou prestação de contas. Um prosaico, rude e objetivo boleto: "Paque 212 reais até fevereiro ou será acrescido de 30% o valor". E sabe-se mais lá o quê que pode vir de punição para um não pagador dessa FESP. 212 reais correspondem a mais de 20% do valor dos livros de meu filho, educação que o estado também oferece satisfatoriamente, por isso precisamos da qualidade dos serviços privados mesmo. Na câmara sempre dizia que o serviço público deve ser equiparado com o privado, sem ser de improviso. Se o estado gigante dos Daniel Gomes e Ricardos da vida, não ajudam, que também não atrapalhem as famílias; só isso.


Na internet, descubro que essa taxa FESP para MEIs é questionável, porém, gastar com advogado pode sair mais caro que os duzentos reais. Perder tempo indo lá para abrir uma queixa administrativa na receita me parece o melhor caminho, o farei, mas pode durar muito, Enfim...


O tal estado do "trabalho que continua" nos vence mais uma vez... isso sem falar nas dúvidas que pairam nas compras da Segurança Pública, seja no helicóptero Acauã, nas fardas, na alimentação do rancho que foi desativado. Um mundo de coisas que podem estar na mira da Calvário e rogo que não sejam o destino de parte deste Fundo tão surreal. Ademais, surgem indícios de pessoas que foram vítimas de armações feitas por agentes da lei, com equipamentos públicos de espionagem para combater bandidos, e não protegê-los, servindo a um poder desvirtuado, que seguiam ordens de uma ORCRIM que queria destruir tod@s que iam percebendo os desmando deles... Infelizmente, as investigações falam em autoridades que perseguiam pessoas - uso de "mecanismos de reserva". No meio dessas peripécias, teve gente com dificuldade para conseguir emprego. Me incluo entre estas, e olhe que tenho mestrado em Gestão Pública e Cooperação Internacional pela UFPB, duas profissões em graduações universitárias, vários cursos, e sou especialista em Gestão de Pessoas... Mas o perfil que essa turma quer, não é nem de idealistas, nem de pessoas competentes. Como disse na carta aberta de 2017, respondendo a eles quando expulso fui de lá: trata-se de um ranking análogo ao do crime organizado.


Sem mais, revoltado, é correr atrás dos custos escolares e mais dessa coisa aí agora. Afinal, temos que alimentar o Leviatã estatal e os seus "modus operandis" dessa coisa toda. Fazer o quê...
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