• Renato Martins

IBOPE SENADO: CÁSSIO E A JUSTIÇA DO POVO PARAIBANO.




Faço parte dos que tem compreensão que as narrativas podem ser feitas, e refeitas pela história, a ciência, que traz à luz fatos ocultos que repõem reputações de injustiçados e destrói, com a verdade que só o tempo pode pautar, a quem de direito deveria ter desde sempre a culpa das ‘trapaças’ que dizia ver só nos outros. Os conhecidos malandros dissimulados, batedores de carteira a gritar – pega ladrão! Até nisso o estatismo brasileiro distorce a informação, pois quem tem a caneta, sai distribuindo ora esculachos, ora elogios oportunistas, sobre as mesmas pessoas, claro, de forma incoerente, às vezes patológicas. Uma esquizofrenia pseudo-ideológica amparada pela força do gasto midiático. Dinheiro público desperdiçado para estratagemas a servir sei lá o quê... Fome de narcisismo bem mais cara que a feira da granja de 100 mil mês. Bem mais cara. Mídia não é supermercado. Não deveria ser. Digo que os verdadeiros ladrões estão por aparecer... Sergio Cabral no Brasil, deixou escola e discípulos.

Enquanto a justiça da justiça não chega, fiquemos com a voz das ruas e dos livres. Bem distante da morosidade que não julgou até hoje o explícito caso Empreender de compra de votos, distante dos muitos inquéritos civis lentos e dos casos já definitivos como o do Jampa Digital e, ainda, do outro famoso não investigado Propinoduto (onde o não investigar já lança muitas luzes agravadas pelas mentiras ditas em debate, pelo candidato girassol ao vivo em 2014. Mentiras confirmadas pelo MP. Ou seja, não se fez nada para investigar o Propinoduto e não deu ao MP sua condição constitucional de definir arquivamento). Bem longe disso, existe uma população que pensa com virtude. Serenamente não se pode tirar do senador Cássio duas coisas, dois reconhecimentos: Primeiro, que tem um mandato proativo digno de orgulho, com as mais avançadas leis propostas ou aprovadas. Leis impactantes como a do Performance Bond, uma ferramenta de gestão moderna, elogiada por doutores em meu mestrado em Gestão Pública na UFPB, que cria o seguro para obras públicas – estilo o que existe nos EUA - que evitaria, por exemplo, na Paraíba, que toda licitação fosse desrespeitada no valor que ela origina, já que ela gera um contrato com um valor inicial, que deveria ser o definitivo, ao bem público, mas, a obra termina com outro bem mais alto, algumas vezes multiplicado(ver os inquéritos civis, as auditorias da CGU e os dados quando acessíveis no portal transparência, este, o do estado, um dos piores do país). Casos assim, a seguradora não permitiria, pois ela assume a responsabilidade financeira pela obra não terminada, ela assume o prejuízo por má qualidade, desvios ou atrasos (exemplo: caso do hospital de Cacimba de Dentro nos contratos de 2015/16 ela pagaria o conserto da obra, não o povo com uma segunda licitação para fazer o que já tinha sido pago. Isto é: 2 vezes. Caberia a seguradora também, acionar os culpados, entrega-los à justiça e tentar reaver seu prejuízo deles. Somente deles). Outra lei interessante, citemos mais duas para não ficar muito extenso, trata da obrigatoriedade de sinal de celular nas BRs; e por último, outra que reputo ser uma das melhores de tantas boas, a que dota a OAB da faculdade de abrir Inquéritos Civis com poder de investigar problemas de caráter público na sociedade, como a corrupção por exemplo. O propinoduto um dia; talvez! Leis de quem não teme o bom debate, e em vez do discurso vazio, age mesmo. De verdade, sem mentiras. Tudo que disse está no Google. Essa é uma diferença da postura de Cássio. Tão elogiado em 2010 até 2014 pelo governo, depois, tão ofendido de forma freudiana.

A “Boa Nova”, que me lembra o amigo deputado Ricardo Barbosa, é que essa semana Cássio teve dois momentos interessantes: a sua ficha limpa institucionalmente cravada pelo Tribunal Eleitoral; e, seu trabalho e carisma confirmado pelo Ibope de forma consagradora. A se julgar por todo tipo de injuria, calunia e difamação que sofreu, e resistindo tudo de forma estóica, sem ameaçar “jornalistas”, nem mesmo os “babas casa de proto-pintinhos”... Penso que a Justiça do povo se faz de forma cristalizada. Ou seja, as pedras dos adversários viram flores na hora do seu julgamento popular. Nada podem fazer mais contra este líder humano, que já não fizeram antes com malícias de toda ordem, sem o efeito esperado, agora é assistirem uma justiça da qual são impotentes para barrarem ou postergarem, seja com a artimanha que for: A justiça do voto. Nessa justiça, Cássio terá ainda mais a fazer pela Paraíba e pelo Brasil, em Brasília.

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