• Renato Martins

KOLORAL PRESIDENTE DA CÂMARA DE SOUSA: STF E O CRIME QUE COMPENSA...


Semana passada recebemos a mensagem do STF, de que a presunção de inocência é quase que a própria inocência em si, ante a lentidão para julgamentos em quatro instâncias (sem falar na demora para investigar e de fato encontrar 'uns' dos tão comuns corruptos). Crimes complexos como colarinho branco, coisa de bilhões, que estruturalmente afetam o país e, em nossa região, fazem o calvário em particular do estado, que criou impostos, desrespeitou duodécimos e outras transferências, bem como direitos a exemplo o dos servidores do IPEP e dos policiais. Isso em boa parte para pagar o rombo dos 'inocentes' golpes nas contas públicas virando caixas de vinho,..


Talvez inspirado neste clima confuso do STF, em Sousa, um epicentro importante da Operação Calvário, o prefeito Tyrone e seu vice-prefeito Zenildo tiram licença e o Radamés Estrela, atual presidente da Câmara Municipal assume o executivo interinamente. Um gesto em trio que me parece ter deixado o famoso Koloral com bastante sorriso, posto que neste cenário raro, temos as três vacâncias que ensejaram que o vereador Koloral assumisse o poder legislativo de sua cidade. Que feito extraordinário hein... Em meses apenas, ele foi de acordado pela PF a presidente mirim... Coincidência o leitor acha?


Provavelmente seja o contrário até. Seja é o destino do modus operandi das coisas se constituindo em plenitude. O que tiro como minha opinião deste episódio é que mais forte ele deixa a tese de que na delação de Livânia Farias, ex super-secretária ricardista, tia e cabo eleitoral de Koloral, a mesma solicitou que sua pena ao fim de tudo fosse drasticamente reduzida para menos de dez anos, e os seus parentes atualmente suspeitos fossem tratados com leniência. Perdão, para ser mais exato no efeito que ela espera dos termos. Isso de acordo com minha fonte - que parece em fatos assim estar sendo corroborada. A vida neste caso em tela; imita a nova interpretação do STF.

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