• Renato Martins

LUCÉLIO O "EXECUTIVO" E AS UVAS: A GANÂNCIA NÃO TEM LÓGICA PARTIDÁRIA.

Objetivamente, toda matéria que leio, sobretudo nos blogs engajados com o candidato do prefeito de João Pessoa, a auto-intitulada gestão de resultados, seu irmão, inclusive o tratam como "executivo", sim eu boto entre aspas este executivo e me entendam como quiser, e creio estar seguindo bem o que significa aspas em uma palavra.

Sem diletantismos vamos ao assunto em voga, este "executivo" de fato era é assessor do deputado saudoso Rômulo Gouveia, o mesmo que os irmãos saíram do seu partido sem dar adeus, e, agora o SAGRES indiscretamente nos revela que sua esposa era assessora do deputado Lindolfo Pires. um casal multipartidário e bem operosos em gabinetes né? Até aí tudo bem...


Mas o blog não ficou só nisso, perguntamos a amig@s da assembléia se viam a tão vistosa e reconhecida esposa de Lucélio por lá prestando seu "importante" serviço. Infelizmente ninguém contactado me fala da presença da mesma lá. Nem os amigos da imprensa que cobrem a assembléia.

Na política sempre entrei e sai com honra de todo lugar. Foi assim no parlamento mirim onde as filmagens lá comprovam minhas lutas, e, foi igualmente no gabinete do senador Cássio, onde ganhava o mesmo que a senhora Romeika no "atarefado" gabinete de Lindolfo, e eu posso comprovar produção legislativa bem como presencial sempre que requisitado. Portanto não devo a nação seja como vereador seja como assessor do senado. Essa é uma questão de ética? não só, para quem tem caráter. Pois trata-se de questão de lógica cidadã. Respeito ao serviço público. Alguns resolveram tratar como uma lógica da Casa Grande e Senzala. Infelizmente.

Como um deputado como Lindolfo abriga a esposa de um "executivo" com salário bem acima da média dos trabalhadores paraibanos? Como medir seus resultados ao povo paraibano se inclusive o deputado esteve muito tempo em secretarias do estado! Por sua vez Lucélio, "executivo" de um nível qualquer, aceitaria ganhos fantasmagóricos. Sequer precisam disto?

Permitam-me responder com minha opinião modesta: Eles não precisavam destas duas assessorias no mínimo graciosas. Romeika não precisava ganhar de um local que não foi. A questão é que ou o imposto de renda cobra sua fatura ou a ganância o faz. Os dois casos são erros graves. Erros de índole. E a réplica ou tréplica não encontram palavras para tamanha ação que revela uma intenção que deixa nú algo feito para a Receita Federal ou para alimentar o pecado capital do egoísmo. Tô fora!

Para não dizer que não falei de flores continuo a registrar o acerto da gestão Cartaxo em tornar o Procon uma secretaria. Assim temos mais que uma política exitosa de governo, mas uma política de gestão de referência. Que serve de exemplo para outras cidades, que criou o Procon móvel, fez parcerias com Universidades para atender alunos e pessoas carentes de forma descentralizada, e, principalmente, fez convênio com o TJ para acelerar as resoluções dos problemas consumeristas. Neste ponto eu aplaudo de pé, pois é trabalho destacado até no caso da crise dos combustíveis, onde teve atuação primordial.

Já o outro caso do "executivo" que com certeza não é monge, é coisa de arrepiar a cidadania mesmo. Dá calafrios mais que fantasmas, que não existem até onde eu sei...


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