• Renato Martins

MANIPULAR NÃO DÁ SENTIDO. O DEBATE É SOBRE A NOVA GESTÃO PÚBLICA.



Inundações de informações para todos os gostos, com e sem fundamentos. Em geral, assistimos argumentações absurdas e infantis, que tentam ressuscitar a sempre usada, em épocas de mudanças como agora, história do medo; medo do risco da democracia, da gravidade que pode acabar e afastar a terra do sol, da lua que pode cair nos oceanos e etc.. e etc... O status quo dos políticos profissionais, desesperados, só esqueceram de tentarem explicar no que eles tanto falharam, falham, e o que tem-se que fazer para recuperarmos o país. A economia, a coesão social de forma segura e sustentável. Aliás, estruturarmos o país: reformar carga tributária que os pseudo-coletivistas não fizeram, sermos justos nos financiamentos para empreendedores e não a lobbystas como no BNDES, revolucionarmos nossa infra-estrutura (linhas férreas, malha energética, incremento na pesca que hoje tá para a China em nossas águas, recursos minerais, dentre outros), e tudo isso, sem roubar, como eles fizeram até nos estádios da Copa do Mundo. Tudo de errado que estamos mergulhados tem o preço da sabotagem da república e da democracia, por corrupção generalizada. Políticos sem julgamento, TCE´s cegos, judiciário servindo só aos poderosos, MP e MPF silente, lento. Enfim... Um choque de gestão o Brasil precisa demais, senão só veremos eleições movidas por compra de votos, julgamentos cheio de vícios e obras públicas eivadas de superfaturamentos na nossa cara. Fora os serviços públicos piorando e a concentração de renda e desemprego aumentando.

A MENTIRA NÃO IMPRESSIONA MAIS. ELA É O MODUS OPERANDI DOS PSEUDO-COLETIVISTAS QUE SAQUEIAM NESSA DÉBIL DEMOCRACIA DIANTE DE UMA PUSILÂNIME REPÚBLICA QUE AGORA REPUTAM TAREM EM RISCO... RISCO DE QUÊ? DE FUNCIONAR?

A candidatura Bolsonaro, feita de forma limpa, ordeira, como vi ontem no busto, uma campanha respeitando horários do TSE, evento feito fora do expediente dos trabalhadores, sem transtorno de trânsito, espontâneo mesmo, campanha sem tempo de TV, sem recursos, e sem as forças tradicionais da politicagem, ainda assim, se elevou como alternativa a toda esta trambicagem que hoje deixou doente de morte nossa democracia e nossa república. Quem, como eu, crê em uma democracia funcional para o melhor da nação e uma república que nos proteja dos excessos seja de quem for, sabe que o princípio básico de tudo isso é ser honesto. Bolsonaro o é! Com este pré-requisito espero que ano que vem tenhamos justiça para os corruptos, como também, justiça social para a maioria dos brasileiros que merecem um país de oportunidades iguais.

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