• Renato Martins

O SILÊNCIO DO JUDICIÁRIO QUE DIZ MUITO.


Vergonhoso será para a justiça paraibana se também o caso do Empreender no TRE for prescrito por falta de apreciação da corte. Absurdo que só ganha mais capítulos como esse do Banco do Brasil desobedecer a justiça e não agilizar a entrega da lista dos codificados para averiguação com a lista do TCE e saber porquê vários trabalhadores codificados alegam que há discrepância nos salários reais recebidos com os divulgados nesta lista, e quem ou o quê, possivelmente, esteja ficando com a diferença salarial.

Ao mesmo tempo, que, também queremos saber como permite a Lei Federal de Acesso a Informação (tão importante de ser cumprida pelo governo como os comerciantes devem cumprir a decisiva e 'RESOLUTIVA" lei de colocação de cartazes - O problema é quem multa quem né?), quais destes fazem o que e em que lugar, e quem deles tirou "empréstimo" do Empreender. Essas obscuridades distribuí prêmios e cargos até eletivos para quem ajudou a escurecer os dados do programa, o que tende a acarretar muita injustiça para muitos empreendedores de fato na Paraíba que não tiveram acesso aos recursos. Fora jovens ousados comercialmente na busca de sua primeira fonte de renda, que por não serem "ativistas" tiveram porta fechada. A justiça Paraibana ao vivenciar episódios como este parece se agachar ao poder de plantão, e, em fazendo isso, enseja ser desobedecida recorrentemente pelo mesmo. Como muitos líderes dos servidores públicos vem noticiando em suas entrevistas e postagens nas redes. Lastimável essa involução democrática.

Sede republicana, senão não terá valor termos autoridades com tantos privilégios, se estes não vierem a ter sentido e vantagem coletiva, tal como prevê os deveres das autoridades no papel. A República e a democracia no papel são bons guias sociais. O problema são os homens que às leem primeiro.


De rir pra não chorar!

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