• Renato Martins

PARTE 1: O QUE A PARAÍBA PRECISA NESTE MOMENTO?

A ação política democrática tem o interesse, as convergências e as divergências sobre tudo aquilo que a vontade do soberano -o povo- tem a ser resolvido pelo voto listando suas prioridades públicas e sobre quem ele entende ser mais capaz de tocá-las com honestidade e eficiência. Honestidade inclusive com especial destaque neste contexto de corrupção endêmica geral.

Bom amig@s, hoje início uma série de postagens curtas para dar umas pinceladas sobre o que penso ser necessário para irmos além do óbvio e da inchação de mídia personalista. Logo, um republicanismo firme sério então minha primeira sugestão. Passemos as outras:



1- Incentivar rotas aéreas para nosso aeroporto destravando os obstáculos governamentais hoje existentes pelo estado. Dando incentivos para empresas aéreas atraírem mais turismo para cá em suas rotas. Rever a política tributária na sua essência.


2- Fazer com que todos os órgãos do governo estadual se vinculem ao GESPÚBLICA- Programa de excelência em Gestão Pública do governo federal que oferece mais de 30 softwares gratuitos que ajudam a melhorar o serviço público, bem melhor que muitas das caras consultorias e as suspeitas terceirizadas atuais que burlam leis das licitações e concursos e nada deixam de legado permanente para o setor público.


3- Estabelecer CARTA DE SERVIÇOS, a todos os órgãos do estado. Obrigando que todo órgão disponibilize ao cidadão-usuário de qualquer serviço público seu tempo estimado de espera para receber o atendimento, e, quando atrasado ser explicado porque houve o atraso de forma a tudo ser parametrizado na gestão pública tal qual o é nas empresas privadas. Permitindo sempre a busca da diminuição do tempo de espera por monitoramento digital.


4- Aumentar efetivo policia, mas também incrementar o setor de investigação da Polícia. Dotar de tecnologia mesmo. A Paraíba no século XXI tem muitos assaltos a bancos estilo cangaço que não são resolvidos. Bem como inúmeros assassinatos que sempre rotulam como fruto de "guerra de gangues" ou simoles latrocínios e não se encontra culpado algum. A impunidade favorece a violência. Sem inteligência a guerra pela paz será perdida.


5- Por último, temos que adotar a noção que todo jovem da rede pública deve chegar aos 18 anos com uma profissão. Ou seja, ter diploma de segundo grau junto com algum conhecimento técnico. Sem esse improviso atualmente posto na educação do estado que chama de "técnico" qualquer tipo de curso de culinária ou corte de cabelo. Aqui falo de técnico e tecnológico mesmo. E para todos os alunos, não uma turma apenas. Curso técnico agregador de valor, de riqueza e gerador de start-ups. Enfim só o empreendedorismo realmente dirigido guiado pela sociedade do conhecimento combate o desemprego estruturalmente. Até reorientaria o uso e o sentido do programa Empreender para de fato funcionar com valor social mesmo.


Enfim, combater personalismo, fraudes, improviso e corrupção. Tudo isto está na base destas cinco primeiras sugestões que emano nesta primeira postagem da série.

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