• Renato Martins

RC ELE POR ELE MESMO: UMA ANÁLISE DO PERSONAGEM NOS SEUS PRÓPRIOS TERMOS.

Atualizado: 3 de Ago de 2018


RC é um fenômeno? Os convido para uma viagem com provas para um julgamento sereno, um olhar tendo como guia ninguém menos que o próprio governador Ricardo. Sem tirar nem por. Ele por ele mesmo. No que aparenta cada fenômeno-fato protagonizado por ele, em fala e atitudes. Nada mais que isso.

Antes do tour, vou prezar por definir, como todo bom pesquisador, as regras desta análise. E o que é ANALISAR : no bom método científico analisar é a ação de a partir de um todo a ser pesquisado você fazer uma separação deste em várias partes que a compõe para assim descobrir o que cada parte dessas faz para que o todo funcione. Como as engrenagens se ligam. E a análise tem os critérios lógicos da Não Contradição, Honestidade Intelectual, e por fim a confirmação ou não de Hipóteses. Tudo com fatos que validam ou negam Teorias. Assim será nossa postura neste artigo. Impessoal. Sejam bem vindos, apertem os cintos e bom tour...


Máquina do tempo 1


Analisemos agora a atitude institucional, como líder, ante possíveis factoides que depois sequer gerou desculpas públicas. O ano era 2007, um atentado a bala contra o carro (a vida?) da então secretária de saúde Roseana Meira e tiros na SEINFRA da PMJP acontecem também. Adivinhem quem, líderes como o secretário de articulação politica, o saudoso, Gervásio Maia, e outros do oficialato municipal sugeriram como culpados indiretos dos atentados? A oposição é claro, dentre eles o hoje líder do governo, o suplente de deputado Hervázio, e o Professor Paiva, ambos foram depor na delegacia de polícia para prestar esclarecimentos. O então prefeito RC, como de praxe, pediu reforço de segurança para sí, e deixou as dúvidas pairarem sobre alguns, hoje até aliados, que na época alegaram poder ser tudo isso uma armação. Isso mesmo, uma possível armação OFICIAL, seria este fato no entender destes acusados indiretamente. Se a oposição na câmara para a gestão RC favorecia atos como este conforme bem dizia ao WSCOM e ao portal CLICKPB na época: Quais seriam as provas? RC e PMJP acionaram a PM, realizaram reunião de emergência, mostraram-se vítimas, mas a investigação assim como sobre a execução de Bruno Ernesto não deu a profundidade devida? Talvez até sim. O Google pode mostrar mais sobre o caso para quem quiser se aprofundar. Até hoje não se sabe de quem foram os tiros. E justamente porisso, Hervázio e Paiva, na ausência de provas, neste caso, podemos dizer que foram injustamente envolvidos. Hervázio, só por ter sido ex-secretário de saúde e ferrenho crítico de RC. Direito legítimo do parlamentar que o prefeito tão bem fazia antes. Em não se confirmando a acusação sobre eles de incitarem terrorismos gravíssimos como os desses episódios. Temos mais uns absolvidos destas peripécias ventiladas neste obscuro episódio. FATO!


https://www.clickpb.com.br/politica/ssp-inicia-pericia-em-carro-de-secretaria-fontes-falam-em-armacao-15247.html

O CASO VENÉ:


Veneziano representou como prefeito a política das famílias? a nefasta e execrável política do toma lá dá cá tão favorável a corrupção? Bem, quem disse isso dele foi Ricardo Coutinho em entrevista relativamente recente. Veja vídeo em anexo na matéria. Pensemos juntos então, pela lógica, não por politicagem, ora, se de lá para cá Vené não assumiu mais função no poder executivo, significa então que ele não pôde provar aos critérios do governador que ele mudou. Ou seja, nada mudou nele comprovadamente. Ele simplesmente não pode nem provar que mudou ou se mantém tal qual RC o condenou. O que mudou então? De fato mesmo só o que mudou foi o lado de Vené para perto dele RC. Não estou a confirmar RC na sua crítica pesada a Vené, aqui não se trata de mim, mas nos termos dele, RC, se pode inferir que o toma lá da cá só o é negativo quando não é toma lá pra cá, pra ele... FATO!



CASO LUIZ COUTO E MANUEL JÚNIOR, O QUE TEM EM COMUM:


Aqui saímos do princípio da não contradição. Vamos a semiótica, ver o que existe por traz dos discursos ameaçadores. Atentai bem leitores:

Ano de 2000, o governador, então deputado, chama Luiz Couto de cabra safado, relevemos, todos tem arroubos de exaltação quando em stress, o foco aqui é outro argumento dito por ele neste caso, e muito pior que palavrão; RC falou que sabia dos podres do deputado, quais seriam estes podres contra o Padre Luiz Couto? O que era que ele estava a ocultar até aquele dia, e continua até hoje pelo visto. Era algo real? De interesse público? Ou algo contra a dignidade de alguém? Percebam leitores o artifício argumentativo enseja preconceitos contra o Padre, algo muito difícil de defender no campo do bom debate. Se considerarmos que não é chantagem, então seria o que? Prevaricação do então deputado Ricardo? Ou nada disso. Só uma bravata a esmo... Entretanto, um líder fenomenal joga bravatas a esmo? o ciclo lógico não se fecha. No meu analisar algo daí diz mais que o silêncio do depois da acusação aparentemente muito pesada sobre os tais podres não ditos. E repito, como até hoje não existe de fato nada contra o Deputado, o recurso retórico do personagem RC teria que ter que adjetivação? Inverdade, prevaricação, mentira! Ou um recuar da verdade que não convém. Um acordo de silêncio mútuo. Neste caso mais uma vez as evidências empíricas levam a absolvição das calúnias (salvo se os tais podres secretos aparecerem) do bom Deputado Padre Luís Couto. Independente de ideologias é sim um ativo parlamentar. Inferências maldosas sem continuidade a parte, como estas de RC, quem pensa como o deputado só tem a se orgulhar das atitudes dele. Aqui mentira, chantagem ou prevaricação. FATO!




Agora deixemos a máquina do tempo a descansar, e vamos ao recente e quentinho episódio de final de 2017 com bi-vice da capital Manoel Júnior. Vejam novamente as fotos com os links para comprovar. Na época em um bate boca entre ambos que durou semanas, Ricardo Coutinho disse que iria revelar propostas indecentes que supostamente Manoel Júnior teria feito a ele quando o mesmo era vice dele na PMJP DE 2005 A 2006. Dissequemos também estes "fenômenos argumentativos": Se Manoel fez ou queria fazer algo nocivo ao erário, caberia ao prefeito denunciar à época, e não guardar para chantagens argumentativas pedindo silêncio como o fato demonstra inequivocamente. O que diz a lei sobre isso: Improbidade é fazer ou tentar fazer ilícitos seduzindo agentes públicos. Mas o que houve a época... Todos são testemunhas. Para isso nem porei link comprobatório. Ricardo lançou Manoel Júnior, sim, ele mesmo, o homem tido como de propostas indecorosas, ao importante cargo de deputado federal em 2006. Com o apoio de RC, Manoel sagrou-se o deputado federal mais votado da capital. Renunciou a condição de vice e foi ao DF representar a PMJP também. O que fez proficuamente diga-se de certo. Teve mais de 50 mil votos em JP o tal "ensejador" de coisas erradas, de acordo com Coutinho, mas, mesmo assim, ganhou foi votos da base do mesmo, que se disse vítima desta tal tentativa de ilegalidade só em 2017. Agora sejamos hipotéticos com base nos fatos; Ou RC prevaricou na forma da lei ou está só simplesmente a mentir como permite especular sua ausência na audiência na justiça contra Manoel Júnior que não se quedou ante a chantagem argumentativa e fez foi afirmar que o governo de Ricardo é o mais corrupto da história. O episódio revela muito, sobretudo o fato que muitas vezes ao se tentar falar do outro você pode estar é revelando mais sobre si mesmo. Na dúvida, Ricardo faltou esta audiência. E de público nunca mais tocou no assunto. E a promessa de revelar a tal proposta imoral de Manoel? Essa ele nunca mais nem sequer de raspão lembrou que a fez. Mais uma promessa não cumprida. Manoel absolvido na justiça e no campo da semiótica, e, mais ainda, firme e íntegro no que disse.

http://www.resenhapolitika.com.br/noticia/rc-ameaca-revelar-propostas-indecentes-de-manoel-junior-e-cutuca-ele-e-um-falastrao

O CASO CAMARÁ - RICARDO É MESMO TÉCNICO? - TESTE EMPÍRICO.


Esse faço pela metodologia científica do esforço relacional, nos debates que comprovam esta assertiva não tive como recortar só as partes que provam o que relatarei, mas muitos lembrarão e testemunharão o que aqui passo a contar. E os debates citados aqui, os tenho inteiros em meu laptop. Em 2010, em um debate eleitoral na TV contra José Maranhão, pelo cargo de governador do estado, Ricardo argumentou que a tragédia ocorrida na barragem de Camará era culpa de Maranhão, que teria feito a obra errada. Inocentou Cássio seu aliado orgânico à época. Maranhão no debate se assustou, pois tinha sido aliado de RC muitas vezes e nunca tinha ouvido isso. Bem, pulemos 4 anos e adentremos em 2014. Outra eleição, outro debate, agora entre Ricardo e Cássio, igualmente pela função de governador, segundo turno. Maranhão aliado a Ricardo. Aliança decisiva, aliás. Mas a questão frisada é que neste debate ao vivo Ricardo mudou seu parecer técnico, inocentou Maranhão e afirmou que a culpa de Camará foi Cássio não ter feito manutenção. Ora, o fato era o mesmo, o parecer não mais. Já na justiça federal, em 2013, o procurador Gilberto alegou ao TRF5 que a culpa não foi de nenhum dos dois. Isso mesmo. A culpa, para este, não seria do governo. Matéria do G1 (23/01/2013). vide google. Como pode dois pareceres opostos da mesma pessoa? O que mudou, os fatos em si ou os interesses sazonais do candidato. Mas, e o compromisso ético com a verdade, vale algo? Deve ser observado por todos, inclusive por autoridades públicas. A verdade qual seria então para o governador Ricardo? A verdade é algo relativo, da ordem do que lhe serve de útil ou é inexistente e só serve de retórica circunstancial?!

Logo, intui-se que não há critério de verdade na postura exposta. FATO! Sem a verdade como bússola no sagrado debate eleitoral, o que resta então...


AINDA NÃO ACABOU TENHAM PACIÊNCIA COM ESTE CICERONE E APROVEITEM AS ÚLTIMAS PAISAGENS DO PASSEIO.


Lembram quando Marina silva despontou favorita em 2014, a corrida presidencial, e eu também, chocados com a partida do meu amigo Eduardo Campos (dei o título de cidadão pessoense a ele que muito faz falta...), assistimos Marina decolar. O que Ricardo fez a época? viu as pesquisas e marcou um comício em Mangabeira com ela, vide provas, fotos e links do sério portal Maispb e da gigante Folha de SP ao lado. Um comício onde a "crise" do país tinha um culpado - o PT, Lula e Dilma. Ele usou a expressão "tenho medo de continuar nesse país com essa crise, inflação, desemprego, violência" e etc... etc... e mais etc.... Na mesma linha. Vejam as notícias do segundo turno da época. Depois, assim como agora, a crise teria outra leitura. O petismo outro valor e Lula absolvido. Não da cadeia, mas, da crise. E neste caso perdoem-me os antipetistas, sim, Lula, Dilma e todo mundo merece ser absolvido deste personagem, por total falta de critérios racionais ao se ler uma conjuntura que é a mesma de hoje -crise- mas que ganha convenientemente só para o consumo dele mesmo uma nova interpretação de tempos em tempos. Repito: sem critérios claros. E não falo de política eleitoral aqui, falo da leitura dele sobre a crise. Um tema sério que afeta nosso pais. Lá no palanque de Mangabeira 2014 os culpados eram os petistas, hoje, sobre a mesma crise, não mais. Reafirmo não falo de voto em A ou B neste caso, pois o voto dele assim como o meu é direito individual sagrado e inconteste. Mas, do que se ensina ao povo sobre a crise de forma séria e professoral sem o umbigo à frente. Republicanismo e só.


O CASO GRAVAME:


Lembremo-nos do Gravame (projeto aposentadoria?), um contrato feito pelo DETRAN em 2016, lá na época, quando na publicação do mesmo, o Coutinho afirmou que na "Paraíba não tem cartel", de forma moralista esta entrevista, cheia de cena, como a acusar as revendedoras de carro de monopólio e cartelização desta função. Tirando o teatral do fato, vejam bem, o Gravame foi um contrato feito para passar para uma empresa de Fortaleza (cidade abençoada para isso) o controle e monopólio da certificação de todos os carros financiados em documentos do DETRAN, negócio, esse não da China, mas de BEACH PARK mesmo. O tempo passou e algo aconteceu que RC não fez valer o tal contrato tão bem defendido por ELE MESMO, pois no seu falar era algo anticartel, só combatido pelos maquiavélicos donos de concessionárias e banqueiros. Isso mesmo até "banqueiros" foi no verbo deste, ide provas abaixo. Repito, ele disse, conforme matérias em anexo, insinuando que o GRAVAME que era feito antes do tal contrato "novo" defendido por ele próprio, de alguma forma, agia em prol de um CARTEL; depois, em janeiro de 2017, ficou postergando a validade do "novo" contrato "moralizador" com a empresa de Fortaleza. Voltou atrás em silêncio. Engoliu suas palavras até o assunto sumir. E deixou tudo ficar como antes. Digam-me então, a tal cartelização venceu, será? Ou não, ele que errou ao tentar extinguir o modelo antigo com essa nomenclatura? Se errou porque não se explicar publicamente e talvez até se desculpar do dito tão forte contra empresários de bem e pelo que vejo absolvidos pelo critério científico da exclusão daquilo que não for sistematizado em uma afirmação. A verdade mais uma vez não é algo a ser levado em conta por ele. Na verdade o assunto foi esquecido.


http://www.paraiba.com.br/2016/11/18/97563-ricardo-diz-que-nao-volta-atras-em-decisao-sobre-gravames-e-denuncia-cartel-de-bancos-e-revendedores

PARA FINALIZAR AMIGOS: O PROPINODUTO


Lembremos o penúltimo debate entre Cássio e Ricardo na TV correio, quando o tema foi o Caso Propinoduto, o evento trata de policiais civis que abordaram um carro com pacote com cerca de 80 mil reais e anotações subdividindo-os para iniciais de nomes de auxiliares de primeiro escalão. No todo do material apreendido, depois segue outro rascunho com os nomes completos, por extenso, dos mesmos inscritos antes, de forma a suscitar mais ainda as dúvidas. A polícia não avançou a investigação. No entanto, isto não é objeto desta análise, aqui neste post, teremos um especifico, só explico os fatos para melhor entendimento. Voltemos ao caso RC por ele mesmo. Situem suas mentes no debate 2014 da TV correio ao vivo. Cássio acusa RC de não ter investigado este fato, sabem qual a resposta de Ricardo??? Vejamos como está nas matérias em anexo - Eu pedi por OFÍCIO para o próprio Ministério Público investigar.

Com estas palavras, o candidato em sua reeleição tentou num debate mostrar seu compromisso com a boa investigação. E repassou a culpa ao MPE. Muito bom argumento por sinal. Na hora, ao vivo, fez até desafio a Cássio sobre quem desistia da candidatura caso a verdade fosse provada. Mas, adelante amigos aos desdobramentos. Vamos aos fatos! Nada mais que isso. Ato contínuo após o debate, baseados na LAI - Lei Federal de Acesso a Informação, o SINDIFISCO e um Fórum dos Servidores Públicos Estaduais solicitaram para o Ministério Público Estadual (MPE) a tal CÓPIA DO DITO OFÍCIO ASSINADO DE PUNHO PELO SENHOR GOVERNADOR DO ESTADO EM DECLARAÇÃO DADA NUM DECISIVO DEBATE ELEITORAL. Com fé pública por sinal. A resposta do MP NÃO DÁ MARGENS A DÚVIDAS. Vide matéria em anexo e sugiro quem assim queira buscar mais sobre o tema acessar no Google. O MP meticulosamente e de forma muito responsável falou que não recebeu ofício algum do governador sobre o caso. E que no arquivo morto da entidade seria lento a procura, porém, em primeira vista também não encontrou nada a respeito. Ou seja, se passaram 4 anos do fato empiricamente analisado aqui. O dito ofício não foi encontrado pelo sério MP. O MP não mentiu assim penso. Até abriu inquérito em 2017 a tramitar sobre o caso. E foi uma resposta meticulosa e demorada. Ou seja, muito bem vasculhada para não ser dada uma resposta à toa. Logo, pelo princípio científico da exclusão da teoria não corroborada pelos fatos, só resta a hipótese do candidato a reeleição ter mentido de público. Ou seja, não houve ofício assim como não houve investigação, quer seja para culpar os agentes de primeiro escalão do governo, seja para inocentá-los. A dúvida paira como uma névoa em casos assim e não ajudam a reputação de ninguém. Algo não republicano sempre deixa a dúvida como uma faculdade mental a ser combatida pelo poderoso. Tratada como um pecado por quem tem medo dos que sabem a força que a constituição cidadã nos deu. Entretanto, ele mentiu sim. É FATO!


https://www.wscom.com.br/noticia/cassio-cita-propinoduto-e-acusa-governo-de-prevaricacao-ricardo-rebate/

http://www.movsocial.org/noticias.php?id=5224&pagina=31

CONCLUSÃO DESSA PRIMEIRA PARTE:


Há desonestidade argumentativa nas amostragens analisadas? Objetivamente sim. Isso comprova potencial para outras desonestidades? Ponto subjetivo nos termos do aqui mostrado. Cabe a cada um o seu julgar. Digo que os fenômenos dele por ele mesmo mostram flagrantes dissimulações que do ponto de vista ético e até psicológico são sim reprováveis. E por lógica todos que de forma indevida foram por ele ou sua estrutura estatal acusados de qualquer coisa devem ter a presunção de inocência, decência e dignidade intocadas. E o mal feito por este, reformulado. Falo de exemplos, claros, como o da boa mãe que é Pamela Bório, enfrentando o estamento sozinha, exemplo de mulher e mãe, que a ela devo desculpas e as farei em post específico. Não é vergonhoso admitir erro. Não os farei mais. Falo também de políticos envoltos em acusações caluniosas vindos deste personagem aqui estudado e comprovadamente ser um vazio total de ética, como também dos empresários aqui citados, como Roberto Cavalcante, que é um empreendedor de concessionária de veículos, um honrado gerador de empregos, não é um membro de cartel. Registro também pelos muitos jornalistas processados de forma exagerada. Falar igualmente dos servidores públicos, que anseiam para que suas vitórias na justiça sejam respeitadas, sem subjugação de bastidores fedorentíssimos. Dentre estes servidores destaco o destemido e correto delegado Walber Virgulino, enfim, de todos que de alguma forma foram vítimas de uma máquina de triturar reputações a se valer de mentiras CIENTIFICAMENTE COMPROVADAS COMO AQUI VIMOS. Conclui-se, nesta ampla amostragem, que o personagem nada pode dizer de sério e consistente sobre "nada nem ninguém". Daí a urgência de querermos mais dos nossos agentes políticos, sem personalismos que se ancoram numa mídia em parte rendida, e, ainda, por vezes, em nossas próprias tendências a paternalismos e personalismos sobre o "feito" pelo dinheiro que já é nosso e pago pelo nosso suor para fazer estátuas de barro. Fica a lição: A mentira que é relativa, a verdade não.

De Cabral a Sérgio Cabral; demora mais aparece.



Renato Martins, Bacharel em Filosofia UECE, Radialista pela FGF, Especialista em Gestão de Pessoas pela UVSF - Cajazeiras e Mestrando em Gestão Pública e Cooperação Internacional pela UFPB.



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