• Renato Martins

TROCA GERAL DE GESTORES: O QUE NÃO TEMOS E O QUE DEVEMOS TER...


Menos política e mais ciência. Vamos lá:


1- Eficiência: um exemplo simples, o EB - Exército Brasileiro, está construindo poços artesianos movidos a energia solar em áreas remotas no nosso semi-árido nordestino (oi nós na fita) por 9 mil reais, um terço do custo dos poços atuais feitos pelos nossos "políticos" com bombas movidas na rede elétrica. Isto fora a redução incrível do custeio permanente da conta de energia nesta condição. Tecnologia militar de guerra a favor da vida...

2- Correto manuseio dos convênios com OS - Organizações Sociais. Que sejam sérias: por serem sérias, não devem ter indicações de deputados ou políticos algum para sua diretoria. Como que num conchavo tipo ciclo de graciosidades... Devem mostrar eficiência, resultado e não burlar licitações somente para atenderem fornecedores de poderosos e interesses alheios a sua missão.

3- Abundância de TI - Tecnologia da Informação: para gerir de forma transparente questões desde inquéritos policiais a tratamento médico. Tudo que é referente a vida e a justiça seja registrado, sem possibilidade de inércia, obstrução ou desvio de finalidade. Tudo instantâneo ao olho digital do usuário eleitor, com datas interligadas aos softwares de estoque de medicamentos por exemplo. Todo o processo, desde os agentes de saúde. Tal como fazem os vendedores de refrigerantes nos restaurantes da cidade. Simples assim!!!

4- Em vez dos teatrais e insuficientes OD e OP: Orçamento Participativo na PMJP e Orçamento Democrático no governo estadual. Implantarmos mecanismos sofisticados como a Democracia Direta pelo Celular, onde os moradores de cada área sob a influência de uma obra ou serviço público poderiam decidir sobre prioridades e a qualidade destes produtos até mesmo antes dos pagamentos, por meio de uma consulta de aplicativo de celular feito para este avanço realmente revolucionário e partilhador de decisões de verdade.

5- Gestão integra do fator OP - Opinião Pública: Desde as informações das simples conversas pessoais até a maturação dos cidadãos sobre as prioridades e o entendimento das decisões de seus gestores, nada deve se dar de forma manipulativa, cerceadora ou fake da parte do que provir dos recursos públicos. A democracia requer comunicação feita pela gestão de forma capaz de nutrir com dados técnico-científicos cada uma de suas decisões de maneira a restringir ao mínimo, seja por obscurecimento ou compra de mídia, o risco de desperdício, corrupção ou decisões personalísticas em detrimento do interesse público.


COLUNA DÁ O QUE PENSAR:

" Ao querer aprofundar-se de algo, qualquer coisa mesmo, vá até ele, observo o tempo que for seu objeto desejado. Após tudo classificado dê a volta nele, tente chegar por trás dele. Neste ponto, talvez, enxergue nada mais nada menos que um espelho."

Hegel em interpretação livre minha.



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